quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Nossa mensagem

“Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.”
II Cor. 3:3
Nós somos cartas de Cristo. Somos portadores da mensagem do Salvador.
Todos nós, cristãos, temos a mesma mensagem, mas, dependendo do destinatário a que nos remetemos, somos lidos das mais diversas maneiras. A mensagem de Cristo para um dependente químico pode ser lida como autocontrole. A mesma mensagem para uma prostituta pode ser lida como pureza. A mensagem de Cristo para quem está perdido no pecado refere-se à libertação divina destas amarras.
Homens sem Deus, por sua vez, também são cartas de algo/alguém. Assim como ao olhar para o Apóstolo Paulo, para o Cacá do São Paulo (ainda ta no São Paulo?) ou para o Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos) nós lemos a carta do poder de Cristo, ao olhar para homens como o Cazuza, por exemplo, não leio outra coisa senão sua rebeldia e o homossexualismo que o levou a morrer de HIV. Ao olhar para o Pelé, leio a mensagem do bom futebol. Lembrando-me de Kurt Cobain leio a mensagem das drogas, que o levaram à morte também.
E ao olhar para mim mesmo? Leio em mim a mensagem do Cristo vivo ou do mundo? Leio em mim alguma mensagem? Penso que pior que carregar uma mensagem irrelevante (ética e pragmaticamente falando), seja não carregar mensagem alguma. Já dizia Jesus: se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
Precisamos levar o livro vivo de Deus para o mundo. Conseguiremos faze-lo através de uma vida sincera com Jesus, buscando proximidade e aperfeiçoamento nele, que é nosso maior referencial. Nos aproximamos de Deus através da oração, e descobrimos o caráter exemplar de Cristo pela leitura da Bíblia. Nunca nos cansemos de fazer estes dois, assim teremos por Ele escrita em nossos corações a sua própria mensagem.